BLOODGOOD - Dangerously Close
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BLOODGOOD - Dangerously Close

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Descrição do produto

Após mais de vinte anos sem nenhum lançamento, o (agora quinteto) BLOODGOOD retorna com Dangerously Close, o seu álbum mais pesado e um dos melhores discos de retorno dentro do que se convencionou chamar de cena com letras e membros cristãos. São doze faixas (mais uma exclusiva para os apoiadores do kickstarter) bem agressivas e que mostram um lado do BLOODGOOD que poucos conhecem. Alguns fãs da fase histórica podem chiar devido ao uso de elementos mais modernos, mas podem ficar tranqüilos que eles não se tornaram banda de alternativo ou o que quer que seja, a história ainda é Heavy Metal, e dos bons! O álbum todo é espetacular e pode figurar sem medo entre os três melhores lançamentos de sua história, e isto é bom pois mostra que eles conseguiram se reinventar e mesmo assim manter as suas características que sempre o diferenciou de outros grupos. A faixas de destaque são Lamb Of God, fortíssima candidata a hit do disco pois tem um refrão de fácil assimilação que, nos shows, certamente será cantada pela maioria; Child On Earth com uma bem sacada utilização de escalas árabes e arranjos cadenciados; Bread Alone, com bumbos duplos constantes, necessários e com uma levada mais rápida, próxima a do Metal Tradicional; Man In The Middle é uma das mais agressivas do disco, e mostra que os tiozinhos aqui não estão pra brincadeira quando o assunto é fazer Metal de qualidade. Crush Me, que apesar de ser acústica não tem nada de balada, pois é uma música de linha mais densa e introspectiva. O trabalho das cordas (feitas por Paul Jackson e Oz Fox – guitarras; Michael Bloodgood – baixo) está redondo e satisfatório para uma banda do estilo, Kevin Whisler soca a mão na bateria e sabe dosar momentos mais tranquilos com levadas mais agressivas sem perder o pique, e Les Carlsen, bem, o que falar dele ? Está em sua melhor forma e ainda atingindo tons incríveis, deixando muito meninão metido a cantor debaixo do chinelo! Seu timbre chega a lembrar bastante John William Schlitt do PETRA, só que mais encorpado e “raivoso”. Para quem já conhecia é sinal de qualidade, pois o BLOODGOOD nunca errou a mão e pra quem não conhece, vale a pena conferir pois é Metal feito com paixão por quem sabe como fazer! 

Resenha por Márllon Matos - Whiplash.net