SLECHTVALK - A Forlorn Throne
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SLECHTVALK - A Forlorn Throne

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Descrição do produto

Bastante conhecida em seu país Holanda e em diversos pontos do mundo, o SLECHTVALK vem recrutando fãs sobre diversos espinhos e dificuldades. Falar sobre este álbum A Forlorn Throne lançado em 2010 pela gravadora alemã Whirlwind Records é necessário voltar um pouco ao passado. O "falcão peregrino" (significado de SLECHTVALK) iniciou-se como um projeto de estúdio e assim lançou Falconry bem no início do século. Em seguida, formou-se uma line-up, incluiu melodias em sua brutalidade além de vocais sopranos e assim surgiu The War That Plagues The Lands em 2002. As coisas foram tomando proporções terríveis, ganhando formas interessantes e assumindo identidade. Surgiu o split Chaos & Warfare jundo ao indonésio KEKAL, um DVD Upon the Fields of Battle e em 2005 veio o novo opus, At the Dawn of War com leves distinções oferecendo aos fãs um som na linha de bandas de Pagan Metal, porém com letras sobre a guerra. Um single Thunder of War veio em seguida no mesmo ano, e foi a partir daí que ocorreram acontecimentos antes que A Forlorn Throne viesse ao mundo em 2009. Foi bem nesta época que o mercado fonográfico em todo mundo entrou em colapso e diversas mudanças ocorreram. Bandas, gravadoras, veículos de informação e selos tiveram de se adaptar ou então cavar seu próprio túmulo. O SLECHTVALK se viu obrigado a buscar uma solução em meio à dificuldades, e talvez este seja um dos motivos que tornasse A Forlorn Throne tão distinto como os demais. Um ano antes veio a compilação An Era of Bloodshed que deixou claro e com antecipação a mudança drástica musical. O álbum em questão ainda tem semelhanças com o clássico At the Dawn Of War, porém menos bombástico, mais puro e agressivo. Por outro lado, o grupo trouxe de volta uma influência mais black metal como Old Man's Child. Talvez alguém que não o conhecesse, diria que é um grupo de Pagan Metal. Isto se torna notório através do desempenho individual de cada membro principalmente guitarras e bateria. Baquetas e bumbos rápidos suportando riffs lentos, densos e velozes as vezes. Vocais raspantes de Shamgar alternados com grunhidos típico da antiga escola do Death Metal. Sua atmosfera viking aparece de uma forma abrupta pois os teclados executados por Premnath foi bastante limitada e aparece apenas onde foi necessária, o que também explica porque SLECHTVALK soa menos sinfônico e mais agressivo do que nunca. Quase todas as canções são construídas com passagens rápidas e épicas, e indubitavelmente se tornou como o melhor lançamento desde então. Se o grupo optar pela distinção em cada álbum, será mais fácil superar a qualidade de A Forlorn Throne, pois superá-lo a partir do mesmo lugar de onde ele parou, será muito difícil. Daí a questão: será que o novo Where Wandering Shadows and Mists Collide de 2016 seria a resposta? Bandas no qual poderíamos comparar musicalmente? Não se trata de influência, mas sim um desafio para Amon Amarth, Dimmu Borgir e Enslaved. 

Track-list: 

1. Tamers of the Seas
2. Forsaken
3. Desolate
4. Divided by Malice
5. Allegiance
6. Enthroned
7. Bewailed
8. Towards the Dawn
9. Vengeance of a Scorned King